Então hoje eu tava no shopping. Como acontece de vez em quando, fui só pra fazer uma coisa, acabei fazendo outras e deixei a que ia fazer pela metade. Na minha primeira parada (sempre a praça de alimentação, eheheheh), tinham três velhinhos, um homem e duas mulheres, perto de mim. Em cima da mesa, litros de guaraná, bolo de aniversário, salgadinhos e doces que, perceptivelmente, não tinham sido comprados no shopping. Nas mãos de todos eles, fotos de netos, sobrinhos, parentes. Pois não sei pq cargas d'água (se pelas fotos, pelas comidinhas deles, qualquer ou nenhuma das alternativas), morri de peninha deles. Alguém já sentiu ou sabe explicar o que é essa sensação de "peninha"?.. Pq não é algo como pena propriamente dita, nem compaixão.. é uma espécie de carinho, mas não tão forte quanto carinho.. Enfim, é peninha! Alguém explica? - Postado por: Paty às 20h45 [ ] [ envie esta mensagem ] Deixa eu te falar de mim...
Deixa eu te contar de todas as vezes em que quis falar o que não conseguiria... das coisas que nem sempre encontram palavras pra se mostar.. deixa que eu te fale dos sonhos que nem sei se vc conhece...Do que me move quando tenho vontade de subir em um palco e me imaginar cantando pra multidões; e do quanto esse canto me preenche.
Que eu te diga que já amei e desejei matar (uma única vez); que passei muito tempo querendo saber como é sonhar que se está voando; e que hoje eu sei :); que sei também o que é perdoar e conseguir amar de novo; que sempre me pergunto como é que certas coisas são possíveis (telefone com fio, internet, navios flutuarem) e que muitas vezes me acho boba por isso; que algumas vezes me acho boba por tudo também; e em outras penso que talvez ninguém saiba o quanto sou esperta (eheheheheheh);que não consigo lembrar da minha infância; que nunca consegui me imaginar no futuro; que sempre achei que ia morrer jovem e conheci alguém que achava bonito isso.
Deixa eu te contar que ganhei uma irmã de presente de aniversário; que durante muito tempo tive duas mães (e talvez nunca conte a verdadeira que comecei gostando mais da "outra"); que doeu ver essa "outra" morrer na minha frente.
Que adorava brincar de bolo de areia no quintal de casa; que gostava mais de planta do que de bicho; que já passei horas em pé, olhando o vento brincar com folhas de coqueiro; e tinha medo de borboletas. Também dancei nos grêmios do colégio (e errei a coreografia algumas vezes); chorei na despedida do último ano (escondida porque nunca gostei que me vissem chorar - o que não mudou muito...). Que adorava brincar na rua e era sempre a juíza do time de volley (porque nunca fui boa em esportes), mas ninguém me vencia em jogos de mímica ou adivinhação.
Já fiz coisas que me envergonharam e divertiram os outros; me diverti com bobagens e ri em horas impróprias, desarrumei prateleiras de supermercado junto com meus primos, toquei em campanhinhas pra depois sair correndo pelas ladeiras; caminhei por elas com pressa enquanto brincava, com lentidão e lágrimas nos olhos; buscando alento ou comemorando alegrias.
Já me apaixonei por artistas, conheci o amor por quem não me quis e rejeitei o de quem me amou; achei que tinha perdido coisas e pessoas pra sempre; tive vontade de viver pra sempre; de morrer no próximo minuto. Já quis escrever um livro, morar na Itália, viver numa comunidade hippie, aprender a surfar, ter dinheiro pra comprar o mundo, não precisar de dinheiro. Deixa eu terminar te dizendo então que às vezes, enquanto olho uma pessoa, tenho vontade de chorar só de pensar o quanto a amo; que tenho verdadeiro fascínio pelo mar (!!!!) e ainda sonho em morar num navio. Que nunca desisto de um amigo, sonho com mundos que não conheço, tenho medo do desconhecido. Dos desejos de viagens que ainda me povoam, da minha palavra preferida - liberdade; do meu medo de fogo, da minha repulsa a mentiras, da sensação (desde pequena) de que tenho uma missão na vida a descobrir.
Que adoro ouvir música alto no carro; morangos com ou sem açúcar; bossa nova e rock n'roll em igual escala; sons de flauta; dançar música cubana; dias de sol escaldante; elogios sinceros e desinteressados; comer bobagens sem culpa; sentir o vento batendo forte no rosto; brisa de mar... - Postado por: Paty às 08h38 [ ] [ envie esta mensagem ] Já nem achava que alguém ainda viesse aqui, quando li o comentário de amiga Van no último post. E nem eu mesma sabia que ainda tinha vontade de vir. Mas tenho. E o engraçado é que é sempre quando alguma coisa tá incomodando, perturbando, ou dando um nó bem apertado no meio do sossego.. portanto, não estranhem.. comemorem minha ausência aqui. É sinal de que tudo está bem. - Postado por: Paty às 17h28 [ ] [ envie esta mensagem ] A long, long time ago... eu escrevia nesse blog regularmente; esperava avidamente por recados, comentários; visitava e comentava páginas dos amigos;tinha esse espaço como rota de fuga, meios de exprimir sentimentos, pensamentos, idéias. Se isso passou, não sei... sei é que depois de algum período sem tempo, tesão, paciência ou estímulo para voltar ao admirável novo mundo virtual, eis-me aqui mais uma vez. Pra escrever que, às vezes, me sinto, sim, como uma criança sem passado; algumas outras sou quem busca no passado a forma concreta de um sonho desfigurado desprovido de face, mas intenso em cores, luzes, aromas, texturas. Talvez ainda não saiba exatamente o que busco, onde encontrar... mas, vez em quando, sinto o seu cheiro.. justamente quando acho que mais o tenho esquecido. - Postado por: Paty às 14h46 [ ] [ envie esta mensagem ] Ando mesmo com pouco ou nenhum tempo para o blog.. parece que a corrreria não termina..se tivesse cavado um buraco, já estaria no Japão (ehehehehe). Nas poucas horas "vagas" ando, como sempre, pensando ou fazendo leseira. Dia desses estava, mais uma vez, com meu amigo Cleto ao telefone. Mais uma vez estávamos rindo um do outro, dando conselhos do tipo "faço o que eu digo, mas não o que eu faço" quando voltamos a uma velha questão já exaustivamente discutida: as teclas do telefone têm ou não sons diferentes?? E ficam os dois, cada um mais leso do que o outro, discando uma tecla pra ver se o outro adivinha qual foi pelo "timbre". Não contente em ser assim tão doentinha, dia desses conversava com uma colega de trabalho sobre o funcionamento "inexplicável" de certas coisas (a flutuação de um navio, a conversa por telefone com fio, a Internet) quando descobrimos um outro mistério insondável: por que cargas d´água roupa de bebê é tão caro??? Pouco pano, pret-a-portêr (exclusividade zero) e curtíssima durabilidade! Alguém pode explicar??? - Postado por: Paty às 09h41 [ ] [ envie esta mensagem ] Enfim... escolhi.. decidi.. não sei até quando, como e nem mesmo direito o porquê. Mas acho que fiz certo. Porque pior do que sofrer por dor é sofrer por não saber se teria sofrido ou não.
PS: Desculpem o exagero de "entrelinhas" dos últimos tempos.. é que minhas idéias andaram assim nesses dias.. se escondendo da clareza.. em breve, novas histórias, bobagens, leseiras e pensamentos "profundos" da que vos escreve.. ehehehehe - Postado por: Paty às 01h00 [ ] [ envie esta mensagem ] E então, chegou sim o momento da escolha.. E a única certeza que eu tinha (de não ter dúvidas) se transformou em outra. É engraçado como a verdade nos chega, às vezes, em um detalhe de uma conversa, um comentário solto, uma observação de outra pessoa. Uma verdade que eu, definitivamente, não queria. Afinal, sempre achei que seria fácil se um dia viesse a me questionar sobre ela. Porque imaginava que já não estava ali. É complicado ver que ainda ocupa espaços, me enchendo de medos, receios, inquietudes. Mas será que tenho como não encará-la mais? não.. é tarde. A única pergunta que me faço então é: e agora??? - Postado por: Paty às 08h51 [ ] [ envie esta mensagem ] Sabe, gente Sabe, gente
Eu Preciso Aprender a Ser Só (Gilberto Gil)
O título da música não tem muito a ver comigo não.. acho que "ser só" eu sei..mas estou um tanto "fora do ar" com tudo o que tenho pra saber, cantar, andar, ir, sentir.. "é tanta coisa que eu fico sem jeito". Guardo esse sentimento engavetado há dias, querendo respirar através do Falatório. Antes era sobre a necessidade que temos de decidir, escolher e, consequentemente, renunciar às coisas. Agora é também sobre uma pequena, e espero breve, sensação de "confusão sentimental". Acho que é como quando se recebe uma notícia inesperada e não se sabe ainda o que pensar sobre ela. Agora, diante do não tão inesperado assim, fico sem saber o que sentir. É que a minha certeza tão inabalável até poucos dias tem medo de ruir e minar por muito, muito pouco. Sei que ela é mais forte do que os riscos, mas sinto medo.. E não gosto de lidar com ele. Mas acho que já conheço alguma coisa de mim mesma. Provavelmente tenha que fazer, mais uma vez, outra escolha. Talvez até não.. ainda não sei. Mas se for preciso, disso tenho certeza: não terei dúvidas! - Postado por: Paty às 19h51 [ ] [ envie esta mensagem ] De uns tempos pra cá, dizer que "acordei" desse ou daquele jeito tem sido uma mera forma de expressão. Dormir bem tornou-se artigo de luxo, sonho de princesa. Seja como for, o sol me pegou com os olhos inchados, porém insistentes em não fechar. Logo depois, enjôo...comida incapaz de passar da boca ao estomâgo (quem me conhece, sabe o quanto isso é raro de acontecer.. eheheh) e choro solto..(quem me conhece sabe também que tudo que não sou é um clone de Ana Paula Arósio em Terra Nostra). Diagnóstico: cansaço e estresse nível 10. Vontade que dá é de nem sei. Às vezes, muitas vezes, acho que vou ter um síncope (ou o popular "treco"), não aguentar, dar a doida, jogar tudo pro alto ou todas as alternativas acima. Mas, como boa Pollyana que sou, o que me resta é ficar pensando: podia ser pior! Ainda bem que sou uma brasileira pobre (como a grande maioria de todos nós) que tem que se matar de trabalhar desse jeito pra sobreviver. Porque apesar da epidemia "corrupção" tão verde-amarela quanto o samba, dos escândalos, conluios e conchavos políticos, decepcões e miséria mais do intrínsecos à nossa "pátria mãe-gentil (?)", agradeço por não ter nascido uma bela e rica londrina ou uma modernosa japonesinha. Graças ao bom Deus, não preciso estar à mercê dos planos mirabolantes do senhor Bin Laden ou seus discípulos que, dessa vez, decidiram explodir gente em baixo da terra, dentro dos metrôs daquela cidade dos ônibus vermelhos. Que antes disso, resolveram brincar de "video game à vera" e ver se um avião poderia caber inteirinho dentro de um prédio nos EUA ou quantos conseguiriam matar de uma só vez dentro dos trens de Madri. Também agradeço por não ser uma dinamarquesa, francesa ou italiana obrigada a conviver com o medo de ser a próxima vítima dos planos de um alucinado. Graças a Deus, o barbudão ensandecido não parece ter lá muito interesse pelas nossas mulatas, ritmos e florestas. Acho que simplesmente enlouqueceria com esse estado de constante alerta. Não imagino nada mais estressante. Talvez só se morasse no Japão ou ilhas paradisíacas do oriente e estivesse sempre com medo de que a natureza mostrasse, através de tsunamis, furações e terremotos, que ainda é mais forte que qualquer tecnologia humana.
Update: E o que não é o estresse??? passei o dia inteiro chorando de puro cansaço, lutando pra tentar entender um assunto que não era da minha área, "traduzir" termos técnicos, etc, etc... simplesmente pra entrar no banho (na tentativa de refrescar a cabeça), me perguntar pq cargas d'água eu tava fazendo aquilo e entender que... NÃO PRECISAVA! O cansaço mental tá tão grande que eu simplesmente não me toquei que não precisava fazer aquilo.. meus sais... será que é grave??????? - Postado por: Paty às 08h23 [ ] [ envie esta mensagem ] É a correria, galera! Como eu sempre falo, trabalho pra mim é sempre muito ou nenhum. Estou na fase do "muito", o deadline das matérias apertando os dedos em volta do pescoço com força. Então, o tempo pro Falatório acaba ficando menor, não tem jeito mesmo. Mas, enquanto vou dedicando mais tempo à "vida real" e deixando de contar aqui os detalhes do dia-a-dia, posso dizer que continuo insone (dormi a noite toda, pela primeira vez em três semanas, somente na noite passada), viciada em Mentex (ou qualquer outro Halls da vida na falta dele), com mania de pintar as unhas de cor escura duas vezes por semana (agora, só quando sobra tempo), com o coração tranquilo, tranquilo, livre de paixões (
* Quem conhece essa minha amiga, sabe que ela tem todo um vocabulário próprio.. palavrinhas que só ela (e os amigos que acabam imitando) usa, regrinhas próprias de combinação entre elas e tudo.. Eis, então, um exemplo de conversa ao telefone:
- ... pois então, Naty.. me lasquei.. como tu mesma diz: "estilo fudêncio!"
- Num é assim não que diz, amiga...
- É não?
- Não, Paty.. fundêncio é igual a "fudeu"... entende? nao tem "estilo fudeu"..
- Ahhhhhhhhhh..........então, como eu faço pra dizer "estilo" alguma coisa.. digo "estilo" o que?
- ............ estilo sofrente!!!!!
- Éééééééeé!!!!!!!!
Pode??????????????? - Postado por: Paty às 13h47 [ ] [ envie esta mensagem ] Ele voltou! Frank está de volta, mais uma vez. Afinal, quem um dia já se chamou Highlander jamais declinará para todo o sempre. São João foi de trabalho: quinta, sexta e domingo (sábado dei uma brevíssima trégua a mim mesma) em frente ao computador na casa de amiga Helga. Eram os fogos pipocando de um lado e eu castigando o teclado do outro. Se bem que não senti a mínima falta de presenciar essa festa estilo "ao vivo".. Jamais gostei de São João. Não o santo, coitado! Falo da combinação de tudo o que não gosto em uma mesma época: frio, fumaça, barulho de fogos e forró. Quando era mais nova, e a alergia respiratória me incomodava bem mais, não se passava uma festa junina sem que eu me encontrasse fazendo nebulização nos hospitais apenas um dia depois de todas as fogueiras se apagarem. Aliás, ô invenção, viu: fogueira! Fumaça pra tudo o que é lado e vizinho ainda inventa de colocar uma ao lado da outra. Não bastava uma só pra rua toda, meu pai??! E já não era muito??!! Não é mal-humor não, gente.. num sou mal-humorada não.. Adoro minha Olinda mais que amada onde moro (em breve, um post sobre esse lugar ímpar onde acontece de um tudo, eheheheh), as praias, o clima (já escrevi que detesto frio), mas nessa época do ano sempre me pergunto porque nasci justamente nessa parte de tão extenso litoral do nosso país, na querida "nova Roma de bravos guerreiros". Mas tem nada não. Há de chegar o dia em que o calendário vai andar assim: janeiro, fevereiro, março, abril, maio, julho, agosto, setembro...... - Postado por: Paty às 08h48 [ ] [ envie esta mensagem ] Bom.. novidade até que teria pra contar.. reflexões tb; algumas descobertas... enfim. Só que dessa vez não deixei de escrver por preguiça ou falta de tempo (embora ele realmente tenha me faltado). O problema é que o meu computador está em crise. Provavelmente, das sérias. Mais uma vez, Highlander (agora chamado de Frank), ameaça deixar meus cabelos completamente embranquecidos. Ele simplesmente desliga sozinho, de repente: "puft". Portanto.. jamais sei quando poderei escrever de novo. Tô aqui aproveitando enquanto ele não cisma de desligar.. e vou correndo pq tô cheia de trabalho acumulado.. Então, até qualquer dia.. - Postado por: Paty às 09h56 [ ] [ envie esta mensagem ] .............e então, como havia prometido, segue o relato sobre o dia em que fiz a hiper exposição da minha figura. Antes de mais nada, preciso agradecer toda força que recebi de amigas como Vanessa, minha priminha Sil e minha irmãzinha! Valeu muuuuuuito, minhas lindas! Bom.. apesar de todo o pantim, confesso que não tava tão nervosa, não. Em um certo momento, a organizadora da festa me chamou, contou que eu iria abrir a premiação e explicou o que eu deveria fazer: esperar as luzes se apagarem, a apresentadora subir ao palco e chamar meu nome. Então, eu deveria subir, ficar parada no X marcado no palco e esperar que uma assistente viesse me entregar uma placa que deveria ser entregue ao vencedor (que viria a ser anunciado logo a seguir). Pois bem. Chegou a hora, subi no palco assim que ouvi meu nome e.... cadê a assistente com o diacho da placa????? Sim: porque a placa era o mais essencial de tudo! era a minha solução para o "não saber o que fazer com as mãos".. De lá de baixo, os fotógrafos clicavam (incluindo Sil, ehehehe) e eu tentando sorrir a despeito do movimento involuntário dos lábios que não conseguiam entender que NÃO tinham mal de Parkinson! A apresentadora falava, os fotógrafos clicavam e... nada da placa. Foi só quando me vi olhando de um lado para o outro, completamente sem noção do que fazer com os braços e um tanto quanto começando a ficar nervosa, que entendi: as placas só viriam após o anúncio do vencedor. A primeira chegou em minhas mãos e... ufa! A partir daí nem me importava muito em ficar mais tempo lá em cima (ehehehehehehe). Mas o mais engraçado foi ver depois as fotos tremidas de Sil! a bichinha ficou mais nervosa do que eu! ahahahahahahaha! Resultado: acho que o saldo foi positivo. Pelo menos, agora já sei: mais cedo ou mais tarde, as placas sempre chegam!!! - Postado por: Paty às 11h47 [ ] [ envie esta mensagem ] Às vezes a gente tem tanta coisa pra fazer que nem percebe que está sem tempo de sentir. Pra mim, isso sempre foi muito bom: o trabalho como anestésico, entorpecente. Continua sendo assim. Continuo gostando disso. O problema é quando a quantidade é tanta que paralisa. Por ter muita coisa pra fazer, não se sabe direito por onde começar, o que priorizar. E para uma pessoa como eu, absolutamente desorganizada, o resultado só poderia ser um: problemas na hora de dormir. Há duas noites, simplesmente não conseguia fechar os olhos. Foi a madrugada inteira esperando que o sono não me desse um bolo. Mas cadê que ele veio?? Então, pra me precaver, fiquei a noite passada assistindo Paulista x Fluminense até os olhos fecharem involuntariamente. Resultado: sono exagerado! Pra quem deveria estar na frente do computador às 7h, 8h já foi um sacrifício descomunal. Tudo bem, não fosse o fato de que, indepentende da insônia ou da sonolência, o resultado é sempre o mesmo durante o dia: total e completa desconcentração. Um caneta sem tampa na mesa é motivo pra eu não conseguir deixar de olhar pra ela; ouvir uma voz na TV serve pra que eu corra até lá só pra eu conferir se quem está falando era quem eu estava pensando mesmo; MSN então: de cinco em cinco minutos é olhar pra ver se alguém mudou de nick ou entrou sem que eu tivesse visto!; fora as paradinhas pra checar e-mail, ver se alguém comentou no Falatório.... sei mais o que fazer não! se eu tomar estimulante, não durmo; se tomar calmante, SÓ durmo! Enfim.. sei mais não! E hoje ainda terei que fazer exposição da minha figura na premiação anual da Veja. Torçam pra que eu não caia do palco, amigos! Depois conto como foi! - Postado por: Paty às 08h24 [ ] [ envie esta mensagem ] Fim de semana -
Quinta-feira- almoço com Naty, risos e cara de pau pra conseguir uma sacola da bracialetto (arghhhh) pra matar lamorado dela do coração com o "suposto" presente. Conheci a coisa mais linda de madrinha: Ataulpho! (o carro novo de Naty que teve o nome sugerido por mim
Sexta-feira - foi noite de show da Long Net. Muito rock n'roll com amiga Nahara, com direito a muito riso, surtos de ataques ninja (ehehehehehehehe), lanche e vista de camarote pra uma quase briga no Laça Burguer.
Sábado - da casa de Nahara pra de Helga. Prática de inglês com amigo americano da amiga-marida e festa na casa de Pituta, mais à noite. E pra quem já tava morta de cansada, ainda rolou passadinha no aniversário de outra amiga no Anjo Solto com Sil e Lila. Aliás, jamais direi o nome de quem comprou um presente estilo leve 3, pague 2 (com a promoção bem estampada na caixa) para um "amigo"!. Mas podia ser pior, né não? Pelo menos a pessoa ganhou uma unidade a mais. - Postado por: Paty às 08h50 [ ] [ envie esta mensagem ]
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