Mas.. esperava ver o contador registrar números maiores, quando me deparei com poesias de alguém que ainda não sei quem é.. o mesmo cara do Castelos de Areia. Não sei quem ele é.. fico sem jeito de perguntar à menina do fotolog onde encontrei os textos.. parece ser alguém muito próximo e de quem até desconfio a identidade. E, se for mesmo ele, acabo parecendo mais intrometida ainda.. tenho pouquíssima intimidade com ela. E eu tinha tanta coisa pra contar.. casa de amiga Naty... risos...descobertas fascinantes sobre judeus!!!! Mas então... descobri mais essas duas poesias.. Queria saber quem ele é....talvez ande com o coração bem machucado.. provavelmente sim.. talvez sinta saudades.. talvez sofra a dor do arrependimento, do medo, da dúvida.. talvez seja perdidamente apaixonado.. dificilmente alguém que nunca tenha amado.. talvez seja alguém muito só... mesmo rodeado de "muitas gentes".. talvez seja o contrário.. e carregue muita gente no peito.. Talvez seja até ingênuo.. ou muito cansado.. talvez seja só um homem com um sentimento pesando nos ombros.... Se te pareço ausente, não creias Perdemos outra vez este crepúsculo. Vi, da minha janela, Eu te recordava com a alma encolhida Então, onde estavas? Entre qual gente? Dizendo que palavras? Por que é que o amor me vem assim de golpe Caiu o livro que sempre se toma no crepúsculo Sempre, sempre te afastas pelas tardes - Postado por: Paty às 17h08 [ ] [ envie esta mensagem ] Um Caso de Amor - Parte II Era pra ser um post sério.. Afinal, tem tanto dentro de mim nesse momento.. tanta coisa que me inquieta.. Mas não podia me furtar ao relato de mais um capítulo da instigante fábula, campeã de comentários... Impressionante como adquiri moral juntos aos periquitos. Tininho (meu cunhado querido e ex-dono dos danadinhos) diz que eles têm medo de mim. Juro que não era o que eu queria. Mas, precisa ver: basta fazer "Shiiiiiii!!!" e eles calam em uníssono, fugindo aterrorizados. Juro que não queria me intrometer nos "imbróglios" dos bichinhos mas, às vezes, manter a posição de mera observadora é meio difícil. "Sometimes", convém intervir. Senão é bicho sangrando a torto e à direito. Sim! Porque a novela mexicana continua. Sem muitas novidades, entretanto. Os mesmos romances e ciúmes de sempre ainda são motivos para as mesmas brigas e depenações mútuas. Afinal, não deve ser mesmo fácil conviver no mesmo minúsculo ambiente com "ex-amantes", "rivais" e "amores não correspondidos". E sem válvulas de escape ou a menor expectativa de liberdade, não há outra psicologia a ser utilizada para ver os ânimos se acalmarem além do famoso grito: "SILÊNCIO!!!!!!!!!!!". - Postado por: Paty às 13h32 [ ] [ envie esta mensagem ]
Cansaço no corpo, alma leve. Leve como o som de Djavan...leve como a maneira que essa música me atinge e leva até um universo próprio que é da canção e de mim mesma. Poesia e imagens nos versos (bailarinas em violeta ritmadas pela leveza de um teclado que chega a ser lúdico), lembranças ("um trem entrou no meu eu e divagou feliz"). E é depois dos shows que sempre entendo porque ele é meu artista preferido. E nem é pela voz, pelo repertório que adoro na imensa maioria, mas por esse universo próprio da sua música que me soa tão confortável.. tão em casa, familiar e ao mesmo tempo remete a outro lugar, outras lembranças e saudades. Algumas delas até mesmo desconhecidas, mas ainda assim intensamente minhas. ************************* Mas fim de semana tb teve festinha :). Trashdance no Armazém 14. Muita gente conhecida e clima de revival em absolutamente tudo.. decoração com "dipnlik" (sei lá como se escreve esse troço), algodão doce e chocolate de peixinho. No som, o mais trash (mas nem por isso ruim, como Ritchie e A-ha, por exemplo - Postado por: Paty às 10h56 [ ] [ envie esta mensagem ]
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