Pois é... pq tudo tem mesmo qualquer coisa de Yin e Yang, frente e verso, bem e mal. Os tais dois lados da questão. E então descubro que vida de desempregada tem lá suas vantagens. Ir pro cinema duas vezes na semana durante a tarde é uma delas. Em um dia, encontrar o menino bonito e assistir ao filme novo de Jorge Furtado. E o que mais me encantou foi a música de Caetano Veloso (que já conhecia, mas ao som do cinema grudou como chiclete na memória). No outro, reencontrar velhos amigos, conhecidos, pessoas queridas e ir com Letícia (a mesma da exposição da Turma da Mônica) ver as aventuras de Bob Esponga E era Mas, como já dizia Benini, a vida é bela. E segue a letra da música mais linda (que copiei do blog de Van.. hehehehehe.. Pra te Lembrar Que é que eu vou fazer pra te esquecer? Que é que eu vou fazer pra te deixar? Que é que eu vou fazer pra te lembrar? - Postado por: Paty às 10h17 [ ] [ envie esta mensagem ] Então ontem eu tava assistindo (involuntariamente, estilo "telespectador passivo") um desses programas trash do horário da tarde. E Sônia Abrãao passou um bom par de horas falando sobre o tsuname, mostrando imagens (falsas e reais) do fenômeno, contando relatos de pessoas que sobreviveram, histórias de mães que precisaram escolher qual filho salvar, etc... Confesso que, depois de ler a matéria da Veja, jornais e ver alguma coisa pela TV, não aguento mais ouvir falar sobre o assunto. E vou ser bem sincera aqui em relação aos motivos. Primeiro, por causa do próprio medo que se torna impossível de não sentir. Por mais que estejamos numa área em que dificilmente isso ocorrerá (até geologicamente falando mesmo), é sempre assustador quando a gente percebe que não tem o controle sobre nada disso o que se chama universo. Que somos tão frágeis e vulneráveis em relação aos mecanismos da natureza. O quanto de tanto ainda não somos (nem acho que seremos um dia) capazes de entender. E, se entender, como impedir uma catástrofe??????? O outro motivo é que (até paradoxalmente, por causa da minha profissão) não gosto de me deter sobre desgraças, misérias. Um dia desses um amigo me cobrou por ter tirado o coraçãozinho do nick do MSN (tava todo mundo usando um coração ao lado do nome por solidariedade às vítimas). E expliquei pra ele que não era por ter tirado que tinha deixado de sentir pesar, compaixão. Na verdade, queria poder ajudar. E só eu sei o quanto me recrimino por ser um tanto assim omissa. Talvez seja uma das minhas maiores metas para 2005. Fazer e não apenas querer fazer!. Mas acabo sempre assim. Sinto tanta ojeriza pelas desgraças, catástrofes, misérias e males (síndrome de Alice, Polyanna ou o quê, meu Deus????) que acabo saindo pela tangente. Desviando do caminho.. e me omitindo. Entretanto, segue o plano para 2005: tentarei ser, o mais possível, uma Paty melhor!!!!!!!!!!! - Postado por: Paty às 10h18 [ ] [ envie esta mensagem ]
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